A manhã seguinte em Costa Solar amanheceu com céu limpo e brisa marinha constante que carregava cheiro de sal e promessa de competição. Leo, Luna e Bob estavam tomando café da manhã na varanda da pousada, observando o movimento crescente nas ruas enquanto mais delegações de guildas chegavam à cidade.
Era impossível não notar os recém-chegados. Cada guilda tinha sua identidade visual própria, seus estandartes, suas cores, sua presença. Leo viu passar um grupo vestido completamente de azul e prata com símbolos de ondas, provavelmente Tridente Azul da Costa dos Coqueiros. Outro grupo usava verde-escuro e marrom com folhas estilizadas, possivelmente Sentinelas do Pinheiro.
Mas foi um grupo específico que chamou atenção não pela sutileza, mas pela completa falta dela.
Três jovens desceram de uma carruagem ornamentada que parecia mais apropriada para desfile real que para transporte de aventureiros. A carruagem era branca e dourada, com o brasão de uma espada cravada em uma pedra gravado nas laterais. Cavalos brancos perfeitamente cuidados. Até o cocheiro usava libré formal.
O primeiro a descer foi impossível de não notar. Um jovem provavelmente da mesma idade de Leo, talvez vinte anos, com cabelos castanhos cuidadosamente penteados, pele clara que sugeria vida protegida do sol, e postura ereta que gritava nobreza. Ele usava armadura que era claramente cerimônia tanto quanto proteção, metal polido até brilhar como espelho, com detalhes em ouro e o brasão dos Sulverde no peitoral. Uma espada magnífica pendia em sua cintura, a bainha decorada com joias que provavelmente custavam mais que a cidade inteira de Campanus.
"Quem é aquele?" Bob perguntou, observando com a franqueza característica.
Luna já tinha sacado um pequeno caderno onde anotava informações táticas. "Arthur Sulverde. Távola Redonda. Filho legitimado de Lorde Brennan Sulverde. E se os rumores são verdade, portador da Excalibur."
Leo quase cuspiu o café. "A Excalibur? A espada lendária?"
"Uma espada lendária," Luna corrigiu. "Há debate sobre se é a original ou uma das réplicas. Mas independentemente, é artefato arcano de alto nível. Escolhe seu próprio portador baseado em caráter e coragem."
O segundo a descer era claramente mais velho, talvez vinte e três ou vinte e quatro anos, com aparência de estudioso aristocrata. Cabelos negros mais longos, presos parcialmente atrás, óculos de leitura pendurados em corrente no pescoço, e robes de batalha que mesclavam proteção com mobilidade. Ele carregava um cajado elaborado de madeira clara gravada com runas que brilhavam suavemente.
"Merlin Gridel," Luna continuou consultando suas anotações mentais. "Nobre também, mas família menos proeminente. Cavaleiro-Mago, o que é raro na Távola Redonda porque eles tradicionalmente preferem guerreiros puros. Porta o Cajado da Dama Galahand, outro artefato lendário. Especialidade em magia de aprimoramento e controle elemental técnico."
O terceiro era fisicamente intimidador. Mais velho que os outros dois, provavelmente vinte e cinco anos, com ombros largos de alguém que passara vida inteira carregando armadura pesada. Cabelos curtos loiros quase brancos, rosto marcado por cicatriz que ia da testa até a bochecha esquerda, e expressão de seriedade absoluta. Ele carregava um escudo que era claramente seu tesouro mais valioso, metal escuro que parecia absorver luz em vez de refletir, com brasão antigo gravado no centro.
"Andril Corvene. Cavaleiro Tanque. Porta o Escudo de Balin, que segundo lendas nunca foi quebrado em mil anos de batalhas. Defensor absoluto."
Bob assobiou baixo. "Três artefatos lendários em um único time. Isso é... injusto?"
"É estratégico," Luna respondeu. "Távola Redonda é tradicionalista. Eles acreditam em honra, disciplina, e herança de poder através de artefatos que escolhem os dignos. É filosofia completamente diferente da Master X."
Leo observou o trio se aproximar da entrada da pousada, onde várias outras delegações estavam reunidas conversando. Arthur Sulverde tinha aquele andar de quem nunca duvidou de seu direito de estar em qualquer lugar. Confiança que beirava arrogância.
E então seus olhos encontraram o Time Master X na varanda acima.
Arthur parou, estudando-os por três segundos completos. Então sorriu, um sorriso que não era amigável.
Ele subiu as escadas da varanda com passos deliberados, Merlin e Andril seguindo atrás como sombras leais. Quando chegou à mesa onde Leo, Luna e Bob estavam, ele não pediu permissão para interromper. Simplesmente assumiu que tinha direito.
"Master X," Arthur disse, e havia algo no tom que transformava o nome da guilda em questionamento. "A guilda que falhou em UniCampos. Que interessante vê-los aqui."
Leo sentiu Luna ficar tensa ao seu lado. Bob colocou o copo de suco na mesa com mais força que necessário.
"E você é?" Leo perguntou, mantendo voz neutra embora soubesse perfeitamente quem era.
"Arthur Sulverde, líder da Távola Redonda." Ele colocou a mão no punho da espada em sua cintura, gesto que era tanto apresentação quanto intimidação sutil. "Esta é Excalibur. Talvez tenham ouvido falar."
"Ouvimos," Leo confirmou. "Lâmina lendária que escolhe portadores dignos baseado em coragem e justiça. Impressionante."
"Não apenas impressionante. Definitivo." Arthur se inclinou levemente para frente. "A Excalibur não escolhe aleatoriamente. Ela reconhece verdadeiros heróis. Aqueles destinados à grandeza."
Merlin, atrás dele, ajustou os óculos com expressão que sugeria que já havia ouvido esse discurso muitas vezes.
"Então você está destinado à grandeza," Luna disse, e embora seu tom fosse perfeitamente educado, havia camada de gelo por baixo.
"Estou," Arthur concordou sem hesitação. "E vim aos Jogos para provar isso. Originalmente, esperava enfrentar competição real. Vanguarda Carmesim de Marcus Valoris, por exemplo. Ouvi que são disciplinados, honrados, dignos."
Ele pausou dramaticamente.
"Mas então ouço que a Master X enviou... vocês. Um time que mal completou seu primeiro ano. Que falhou contra criaturas artificiais. Que só está aqui por favoritismo de seu Mestre."
O silêncio que seguiu foi denso. Bob estava com as mãos cerradas. Luna estava calculando se socar um nobre causaria incidente diplomático. Leo estava usando todo seu autocontrole para não deixar Caramelo se manifestar e arranhar o rosto perfeito de Arthur.
"Vejo que não têm defesa," Arthur continuou, interpretando o silêncio como admissão de fraqueza. "Pena. Torneios são mais interessantes com competição real. Mas suponho que vocês servirão como aquecimento antes dos confrontos significativos."
Ele se virou para sair, mas parou e olhou por cima do ombro.
"Ah, e uma última coisa. Tentem não serem eliminados muito rapidamente. Seria embaraçoso para a Master X se sua representação durasse menos de uma hora."
Arthur desceu as escadas, Merlin e Andril seguindo. Merlin teve a decência de parecer levemente constrangido. Andril permanecia impassível, mas havia algo em seus olhos que poderia ter sido desculpa.
Quando estavam fora do alcance da voz, Bob explodiu. "Aquele filho da..."
"Nobre arrogante que provavelmente nunca teve que lutar de verdade por nada na vida," Luna completou friamente. "Deixe estar. Palavras são apenas palavras."
"Mas ele está certo sobre uma coisa," Leo disse, surpreendendo ambos. "Nós falhamos em UniCampos. Isso é fato registrado. Outras guildas vão nos julgar por isso."
"Então provamos que estavam errados," Bob disse com sua confiança inabalável. "Na arena. Onde importa."
Leo sorriu. "Exatamente. E quando enfrentarmos a Távola Redonda, e vou apostar que enfrentaremos, Arthur Sulverde vai aprender que artefatos lendários não compensam experiência real."
Enquanto o Time Master X processava o encontro desagradável, Ainar Stellarion estava em parte completamente diferente de Costa Solar, em missão que ninguém além de Draven sabia.
A Guilda Aurora de Oxalá tinha sua sede em prédio impressionante no distrito administrativo da cidade, arquitetura que mesclava funcionalidade militar com estética local. Paredes de pedra clara cobertas de azulejos decorativos pintados à mão. Janelas amplas que permitiam brisa constante. E no topo, um farol mágico que projetava luz dourada visível por quilômetros.
Ainar entrou pela porta principal como se fosse sua própria casa, ignorando completamente a recepcionista que tentou anunciar sua presença. Ele conhecia o caminho.
O escritório do Mestre Caetano Solano ficava no terceiro andar, uma sala espaçosa com vista para o mar. Caetano era homem de sessenta e poucos anos, pele escura curtida pelo sol e sal, cabelos grisalhos em tranças curtas decoradas com contas coloridas, e presença que emanava tanto sabedoria quanto perigo. Ele era Rank S, especialista em magia de luz e combate de duelista.
Mas não estava sozinho.
Sentado em poltrona confortável próxima à janela estava outro homem que Ainar reconheceu imediatamente. Pelogor Arates, o aventureiro mais forte de Costa Solar, lenda viva que havia começado como pescador comum e ascendido a Rank S através de pura determinação e habilidade brutal.
Pelogor tinha setenta e três anos mas parecia uma árvore antiga, forte e resistente. Cabelos completamente brancos presos em rabo, barba longa também branca, pele bronze-escura marcada por incontáveis cicatrizes de décadas de aventuras. Ele usava roupas simples de combate, e uma espada longa descansava contra a parede ao seu lado, a lâmina tão gasta de uso que o metal havia desenvolvido padrões próprios.
"Ainar Stellarion," Caetano disse, sorrindo largo. "Quando recebi sua mensagem, soube que algo interessante estava acontecendo."
"Caetano. Pelogor." Ainar cumprimentou ambos com acenos respeitosos. "Obrigado por receberem em cima da hora."
"Você salvou minha filha há cinco anos," Pelogor disse com voz grave como trovão distante. "Posso recebê-lo a qualquer hora. Sente-se, rapaz. Quer rum?"
"Talvez depois." Ainar sentou-se em cadeira oferecida. "Isto é delicado. Draven me enviou em missão de reconhecimento sob sigilo absoluto. Ninguém pode saber, nem mesmo as outras guildas presentes aqui."
Caetano ficou sério imediatamente. "Relacionado aos Jogos?"
"Relacionado a algo maior. UniCampos."
Ambos os homens mais velhos se inclinaram para frente. A história de UniCampos havia se espalhado por todas as guildas elite.
"Vocês ouviram sobre Reitor Orin Vallas e seus Homúnculos," Ainar continuou. "O que não se tornou público é que Vallas e três de seus quatro Homúnculos fugiram. Estão em algum lugar, provavelmente reorganizando, possivelmente continuando pesquisa."
"E Draven quer que você os encontre," Pelogor concluiu.
"Queremos pistas. Qualquer coisa. Vallas precisa de recursos massivos para continuar seu trabalho. Reagentes alquímicos raros, sujeitos experimentais, laboratórios isolados. Coisas que deixam rastros se você souber onde procurar."
Caetano se levantou e caminhou até uma estante, puxando pasta de couro com documentos. "Tenho rastreado movimentos estranhos de reagentes nos últimos dois meses. Compras grandes de componentes que normalmente são restritos, usando empresas de fachada. Achei que era contrabando comum, mas se há conexão com UniCampos..."
Ele espalhou os documentos na mesa. Ainar os examinou rapidamente, seus olhos treinados identificando padrões.
"Isto aqui," Ainar apontou para uma lista de compras específica. "Pó de Minério Pesado, Essência de Cristal Vivente, Sangue de Mantícora. Essa combinação não tem uso médico legítimo. Só tem uma aplicação."
"Alquimia de vida," Caetano completou sombriamente.
"E as rotas de entrega?" Ainar perguntou.
"Norte. Sempre terminam em algum lugar nas Terras do Trovão ou próximo à Floresta Eterna."
Ainar franziu a testa. Terras do Trovão era território de Lorde Torvan Trovoaris, um dos conspiradores de Seraphina. Isso não era coincidência.
"Há mais," Pelogor disse, sua voz ficando ainda mais grave. "Algo que não reportei oficialmente porque parecia rumor de taverna. Mas agora..."
"Fale."
"Movimentação Orc. Não as tribos usuais das Estepes Áridas fazendo incursões aleatórias. Movimento coordenado. Três semanas atrás, rastreadores viram coluna de cinquenta Orcs marchando em formação militar perfeita, seguindo para sudeste. Eles não estavam saqueando. Estavam viajando com propósito."
Ainar sentiu alarme genuíno. "Sudeste? Em direção a quê?"
"Não sabemos. Perdemos o rastro próximo às Montanhas de Ferro. Mas coordenação desse nível entre Orcs..." Pelogor balançou a cabeça. "Não é natural. Alguém está organizando eles."
Ainar processou rapidamente. Vallas fugindo para o norte. Reagentes sendo contrabandeados para a mesma região. Orcs demonstrando organização militar. E tudo acontecendo enquanto tensões políticas aumentavam com o incidente na fronteira élfica.
Muitas coincidências. E Ainar não acreditava em coincidências.
"Preciso reportar isto a Draven," Ainar disse, levantando-se. "Caetano, Pelogor, obrigado. E por favor, mantenham isto absolutamente confidencial."
"Sempre," Caetano confirmou. "Mas Ainar, tenha cuidado. Se há algo maior acontecendo, e está conectado com política do Reino..." ele não terminou a frase, mas não precisava.
"Eu sei," Ainar disse suavemente. "É por isso que Draven me enviou. Porque se a Master X precisa se envolver em conspiração real, melhor ser alguém que não tem escrúpulos sobre quebrar regras."
Ele saiu, deixando os dois homens mais velhos em silêncio pensativo.
A Cerimônia de Abertura dos Jogos das Guildas aconteceu na tarde seguinte em arena gigantesca construída especificamente para o evento nas proximidades de Costa Solar.
A arena era obra-prima de engenharia e magia. Círculo perfeito de duzentos metros de diâmetro, cercado por arquibancadas que subiam em níveis concêntricos acomodando vinte mil espectadores. O chão da arena era terra compactada reforçada com runas de durabilidade. E mais impressionante, ao redor de toda a borda externa, havia portais mágicos que levavam à Dungeon-Floresta onde a competição real aconteceria.
As arquibancadas estavam completamente lotadas. Cidadãos de Costa Solar, visitantes de todo o Reino, mercadores que vinham fazer negócios, nobres em busca de entretenimento. O burburinho era ensurdecedor.
Mas o camarote real, posicionado no ponto mais alto e central das arquibancadas, estava em silêncio respeitoso.
Lorde Kaleb Solcândido estava no centro do camarote, de pé no parapeito, preparando-se para fazer o discurso de abertura. Ele tinha cinquenta anos, cabelos grisalhos mantidos curtos em estilo militar, pele curtida de vida ao ar livre, e presença que comandava atenção. Usava roupas formais de Senhor de Costa Solar, azul-marinho com detalhes em ouro representando ondas e sol.
Mas à sua esquerda, em assentos de honra elevados, estava presença que fez toda a arena silenciar quando foi anunciada.
Príncipe Aethon Árvanyur, herdeiro do trono, aos vinte e um anos parecia desconfortável com a atenção. Ele era bonito de forma suave, herdando os traços élficos de seus pais, cabelos loiro-claros e olhos verde-dourados. Mas havia algo nele que sugeria que preferia estar em biblioteca que em arena. Ele usava roupas formais reais, mas ajustava o colarinho constantemente como se o sufocasse.
Ao lado dele, impossível de não notar, estava Princesa Seraphina Árvanyur.
Ela estava deslumbrante de forma calculada. Vestido de seda em tons de azul-profundo que combinavam perfeitamente com os tons de Costa Solar, cabelos loiro-platinados arranjados em estilo elaborado mas não excessivo, jóias discretas mas caras. Ela sorria e acenava para a multidão com graça perfeita, o retrato vivo de princesa amada.
Mas Leo, observando de seu lugar com o resto do Time Master X na área reservada para competidores, podia ver através da máscara. Seus olhos violeta estavam constantemente em movimento, catalogando, avaliando, planejando.
Flanqueando cada membro da realeza estavam seus guarda-costas pessoais, e mesmo de longe era óbvio que eram Rank S.
Atrás de Aethon estava homem de quarenta e poucos anos, armadura pesada negra sem ornamentação, cicatrizes visíveis no rosto, expressão de alguém que havia matado muitas pessoas e não perderia sono por isso. Ele não se moveu uma única vez, olhos constantemente varrendo por ameaças.
Atrás de Seraphina estava figura completamente diferente. Mulher de talvez trinta anos, usando não armadura mas robes de batalha em cinza-escuro, cabelos negros curtos e práticos, e olhos que brilhavam levemente com mana ativa constante. Ela era maga, claramente, e pela postura relaxada mas alerta, extremamente perigosa.
"Os guarda-costas reais," Luna murmurou. "São rank S garantido. Provavelmente escolhidos pessoalmente pelo Rei."
Lorde Kaleb levantou as mãos, e runas de amplificação ativaram, fazendo sua voz ecoar pela arena inteira.
"Cidadãos de Costa Solar! Visitantes de todo o Reino! Aventureiros das vinte e sete guildas mais elite do continente!" Sua voz era forte, carregando entusiasmo genuíno. "Bem-vindos aos Jogos das Guildas!"
A multidão rugiu em aprovação.
"Por mais de um século, os Jogos têm sido demonstração do melhor que nosso Reino produz. Coragem, habilidade, determinação, e honra! Hoje, vinte e sete times novatos entrarão na Dungeon-Floresta. Apenas um sairá vitorioso!"
Ele gesticulou para o camarote real.
"E temos a honra suprema de ser abençoados pela presença da família real! Príncipe Aethon, futuro Rei! E Princesa Seraphina, jóia do Reino!"
Aethon acenou educadamente, claramente desconfortável. Seraphina acenou com graça uma quase perfeita, sorriso nunca vacilando.
Mas por um breve momento, seus olhos varreram a área dos competidores e pararam exatamente onde Ainar estava, encostado em uma coluna afastada do resto.
Ela não sorriu mais amplamente. Não acenou especificamente. Apenas manteve o olhar por dois segundos completos antes de continuar sua varredura da arena.
Mas Ainar havia notado. E havia retornado o olhar com aquela intensidade fria que não era ameaça nem submissão. Apenas reconhecimento.
Dois predadores se reconhecendo mais uma vez.
Lorde Kaleb continuou seu discurso, explicando regras, horários, demonstrando mapa holográfico da Dungeon-Floresta. Mas Leo mal estava prestando atenção.
Porque em menos de vinte e quatro horas, ele estaria naquela floresta.
E vinte e seis outras equipes estariam tentando eliminá-los.
O jogo mortal estava prestes a começar.
