Cherreads

Chapter 2 - capítulo 2

— ótimo — Deixando ele, saiu não querendo que adiciona-se mais dez questões.

Estava cansado demais pra dizer algo que não iriam adiantar nada. Com a tensão aumentando entre a Grace e o chefe da base a minha dor de cabeça só tá aumentando.

Tinha alguma forma de impedir a morte dessa garota? A Sylwanin é uma pessoa tão pura. Pessoa não, Ne'vi inteligência pura.

Virando ao perceber que ela e sua irmã tava me olhando. Essa princesa guerreira sério conosco o protagonista passou por ela?

— Filhote do povo do céu. Por que não vêm com a gente? Vamos colher alguma frutas. — Chamou a Sylwanin, me fazendo quase cair supresso. O que diabos ela, ela tá me chamando por quê? Eu tava lamentado a sua morte, não querendo me juntar a vocês por gentileza.

— Oh, sério? Não, obrigad...

— Ele já vai. — responde, a Grace sem nem levar em conta a minha opinião.

Não como se alguém ligassem. Olhando para ela me mandando ir com sua mão e olhos, suspirei, derrotando Indo até ela e as crianças.

Sinceramente, eu nunca quis me misturar com os Ne'vi e aqui estou.

— Vamos pegar Utu Mauti — sorriu, a Rey a garota Ne'vi ao lado do Tìru .

— Aquela fruta durar?

— Sim.

Me virando para o Norm parado olhando pra minha direção com um sorriso.

— Vamos filhote do povo do céu — fala a Neytiri.

— Certo, princesa guerreira.

Seguindo eles para fora da escola. Entrando na floresta saindo da zona segura pela primeira vez.

— O povo do céu nunca te ensinou a colher frutas? — pergunta a Neytiri, olhando para me tomando um susto com algo que passa entre a moita próxima.

Fazendo as crianças e adolescentes rirem.

— A compra comida? Sim, somos ensinados a ir no mercado com dinheiro e comprar dentro do que tivemos. Mercado é uma grande casa cheia de alimentos, sabe e ali com... dinheiro comprar — vendo eles sem entender — Esquece.

— Não é atoa que esse filhote é pior que um recém-nascido — diz ela.

Hein, eu, eu sou uma pessoa que tem 20 anos.

Chegando a uma árvore grande a Sylwanin aponta para o cacho de Utu Mauti. Já tinha visto essas frutas, elas parecem coco mais a fibra e mais grossa e menor. Sem perder tempo os outros começa a subir na árvore encarando a Neytiri, não significa maluco de subir meu avatar não aprovar de quedas.

— Nem pensar.

— Não fiquei comendo filhote é fácil. Usa as mãos para segurar, os pés para equilíbrio precisa aprender não tenha medo. — ela se abaixou.

— Eu sei escala uma árvore, mas não sou louco pra fazer isso com essa coisa, com a-arvore, eu...tenho medo de altura e passo muito mal — digo, fazendo ela me olhar preocupada.

Tenho que devolver esse corpo de bilhões para a empresa. Não posso cair dali e quebrar ele, sabe além da dor física e mental ainda tem o do bolso.

— Vou te ajudar — declarou se levantado bem séria, ela não riu ao me ouvir. — O medo é um animal que morde se você não der as costas, filhote — diz ela, a voz baixa, só pra me ouvir. — olhe para mim. Não olhe para o chão. O chão não existe até que você precise dele.

Ela pegou a minha mão. Sua mão era maior, mais firme, com calos. Chegando na árvore sumir mordedo os lábios.

— Eu vou subir logo atrás de você. Se você vacilar, eu serei seu galho. Se fechar os olhos serei sua visão.

— Se eu vomitar... vai ser em cima de você, então é melhor subir rápido — completei, tentando esconder o pavor com o meu sarcasmo de sempre.

​Ela não respondeu com palavras, apenas me deu um empurrão leve em direção ao tronco, posicionando minhas mãos na casca áspera da árvore de Utu Mauti.

Senti a respiração dela perto da minha nuca; ela estava cumprindo a promessa, colada em mim como uma sombra protetora.

​Comecei a subir.

Meus dedos de 14 anos tremiam, mas a presença da Neytiri logo atrás impedia que eu recuasse. Toda vez que eu hesitava e sentia o mundo girar, a mão dela vinha como um pilar de ferro contra as minhas costas ou meu calcanhar, me guiando para o próximo apoio.

​— Não pare, Kael. Respire o cheiro da resina, não o cheiro do seu medo — sussurrou ela.

​Chegamos ao primeiro galho grande, onde os cachos da fruta pendiam. Quando finalmente me sentei, abraçado ao tronco, ousei olhar para o lado. Sylwanin estava logo ali, colhendo as frutas enquanto as outras crianças já enchiam suas cestas.

​— Viu? — Sylwanin sorriu, limpando o suor da testa. — A floresta te aceitou, filhote do céu.

​— Ela me aceitou porque a irmã dela me usou como escudo humano — resmunguei, sentindo meu estômago finalmente se estabilizar.

​Neytiri saltou para o meu lado no galho, sem fazer barulho, e me entregou uma faca de osso que ela carregava na cintura.

​— Agora trabalhe. O Povo do Céu come, então o Povo do Céu colhe.

Engolido seco ao ver o chão lá em baixo.

Dou tapa no rosto no rosto. Vamos, kael, você não pode ficar assim vamos lá.

Levantado caminhou até o cacho tirando o faca de lâmina de ferro da roupa. Cortado alguns Utu Mauti voltou para o lugar ignorando os olhares na faca em minha mão.

— Usando atalhos? Filhote?

— Não. Usando os recursos disponíveis apesar de essa coisa ser dura. Como diabos abrimos isso? Batendo? — pergunto observando vendo o qual grosso era a casca.

Girando a faca paro a enfiando no galho.

Como vou quebrar isso? Espera? O que é aquilo? Deixado a fruta de lado a minha alegria acaba ao ver a fumaça. Por um momento, eu esqueci , a morte da Sylwanin está perto não posso fazer nada pra impedir?

Pegando a faca a guardo.

— Aqui. Obrigada, Neytiri aceita essa fruta como meu presente de agradecimento. A minha mãe sempre diz que devemos agradecer àqueles que nos ajudam.

Sem ouvir a sua resposta pulo no galho a baixo.

Desço a árvore sem perder tempo. Olhando para cima vendo eles me olhando confuso sem entender nada e supresso.

Correndo de volta pra escola não demoro muito pra chegar.

— E aí kael como foi? — perguntou a Grace.

Enquanto passo por ele indo pra cabana e deitado. Não querendo mais continuar ali se amigos de pessoas que sabiam que iriam morrer, e que não poderia fazer nada, pois não tinha poder ninguém ligar pra minha opinião.

Preciso continuar afastado de todos. Tenho que voltar pra casa só isso.

Ficado ali por segundos,minutos e horas.

— Certo — entrado, Grace e o Norm — Garoto, o certo , você pode explicar o que aconteceu? A Sylwanin e a Neytiri vieram atrás de você preocupadas. Sem entender o que aconteceu.

— Acontece que tô cansado de ficar aqui. De sabe qu... nada, só...preciso ficar sozinho.

— Por isso que sou contra criança. Garoto, sei que não quer ficar aqui e volta pra casa, mas temos um dever e não podemos virar as costa o que dez foi uma ofensa ao Ne'vi.

— O que fazemos aqui é pior que ofensa. — as palavras saíram da minha boca com amargura.

— O que você quer dizer com isso, kael? — pergunta ela ,a voz baixa . — Estamos aqui para ensinar, parar construir uma ponte. Pra evitar que os militares resolva tudo do jeito deles.

— Grace, ele tá estressado, ele é só um garoto...— intervindo o Norm tentou para o discurso dela.

— Esse garoto não sabe de nada. Tá zombando do que estamos fazendo aqui, os Ne'vi confiar em nós. Tem ideia do ele fez? A Sylwanin é sua irmã ficou um bom tempo querendo falar com ele e ele agiu como se elas não fossem nada.

—Você tá certa. Eu... não entendo... entendo por que diabos temos que agir dessa maneira, eles confia na gente e nós... deixar pra lá que direito tenho de dizer algo. — digo cansado.

A melhor forma que posso fazer é não fazer nada.

Me desconectado do avatar não querendo discussões. Antes que eles não querendo mais continuar esperado alguns minutos pra minha visão estabilizar. Abro a cabine encontrado o max com Tablet me olhando.

— Seus sinais vitais dispararam a alguns minutos o que aconteceu? Deitar precisamos verificar iss...

— Eu acabei discutindo com a Grace só isso. T-To bem é so a visão turva voltado e aquela sensação estranha, pois desconexão sabe como é.

— Discutindo? Você e a Grace discutiu? O que aconteceu?

— Nada.

Esperando meu corpo volta ao normal ignoro o max, me examinado, verificado se meu corpo tava tudo normal.

— Vamos deixar em observação isso não foi algo comum. Talvez precise fazer alguns exames por segurança.

— Deve ser a puberdade tô passando por isso duas vezes. Acho que preciso de um tempo, tô cansado, exausto mentalmente e ninguém precisa de mim de qualquer forma só tô servindo de assistente.

A Grace e Norm estão bem sem mim.

— Puberdade não causa picos de cortisol desse nível, Kael, sem fala de exaustão mental. você é o primeiro adolescente que escuto isso em todos esses anos. Vamos seguir o que surgiu, vou informar a Grace e trazer seu avatar, a sorte é que é um adolescente também ou a base iria encher o saco. — bagunçados meus cabelos ele diz

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