— ótimo — Deixando ele, saiu não querendo que adiciona-se mais dez questões.
Estava cansado demais pra dizer algo que não iriam adiantar nada. Com a tensão aumentando entre a Grace e o chefe da base a minha dor de cabeça só tá aumentando.
Tinha alguma forma de impedir a morte dessa garota? A Sylwanin é uma pessoa tão pura. Pessoa não, Ne'vi inteligência pura.
Virando ao perceber que ela e sua irmã tava me olhando. Essa princesa guerreira sério conosco o protagonista passou por ela?
— Filhote do povo do céu. Por que não vêm com a gente? Vamos colher alguma frutas. — Chamou a Sylwanin, me fazendo quase cair supresso. O que diabos ela, ela tá me chamando por quê? Eu tava lamentado a sua morte, não querendo me juntar a vocês por gentileza.
— Oh, sério? Não, obrigad...
— Ele já vai. — responde, a Grace sem nem levar em conta a minha opinião.
Não como se alguém ligassem. Olhando para ela me mandando ir com sua mão e olhos, suspirei, derrotando Indo até ela e as crianças.
Sinceramente, eu nunca quis me misturar com os Ne'vi e aqui estou.
— Vamos pegar Utu Mauti — sorriu, a Rey a garota Ne'vi ao lado do Tìru .
— Aquela fruta durar?
— Sim.
Me virando para o Norm parado olhando pra minha direção com um sorriso.
— Vamos filhote do povo do céu — fala a Neytiri.
— Certo, princesa guerreira.
Seguindo eles para fora da escola. Entrando na floresta saindo da zona segura pela primeira vez.
— O povo do céu nunca te ensinou a colher frutas? — pergunta a Neytiri, olhando para me tomando um susto com algo que passa entre a moita próxima.
Fazendo as crianças e adolescentes rirem.
— A compra comida? Sim, somos ensinados a ir no mercado com dinheiro e comprar dentro do que tivemos. Mercado é uma grande casa cheia de alimentos, sabe e ali com... dinheiro comprar — vendo eles sem entender — Esquece.
— Não é atoa que esse filhote é pior que um recém-nascido — diz ela.
Hein, eu, eu sou uma pessoa que tem 20 anos.
Chegando a uma árvore grande a Sylwanin aponta para o cacho de Utu Mauti. Já tinha visto essas frutas, elas parecem coco mais a fibra e mais grossa e menor. Sem perder tempo os outros começa a subir na árvore encarando a Neytiri, não significa maluco de subir meu avatar não aprovar de quedas.
— Nem pensar.
— Não fiquei comendo filhote é fácil. Usa as mãos para segurar, os pés para equilíbrio precisa aprender não tenha medo. — ela se abaixou.
— Eu sei escala uma árvore, mas não sou louco pra fazer isso com essa coisa, com a-arvore, eu...tenho medo de altura e passo muito mal — digo, fazendo ela me olhar preocupada.
Tenho que devolver esse corpo de bilhões para a empresa. Não posso cair dali e quebrar ele, sabe além da dor física e mental ainda tem o do bolso.
— Vou te ajudar — declarou se levantado bem séria, ela não riu ao me ouvir. — O medo é um animal que morde se você não der as costas, filhote — diz ela, a voz baixa, só pra me ouvir. — olhe para mim. Não olhe para o chão. O chão não existe até que você precise dele.
Ela pegou a minha mão. Sua mão era maior, mais firme, com calos. Chegando na árvore sumir mordedo os lábios.
— Eu vou subir logo atrás de você. Se você vacilar, eu serei seu galho. Se fechar os olhos serei sua visão.
— Se eu vomitar... vai ser em cima de você, então é melhor subir rápido — completei, tentando esconder o pavor com o meu sarcasmo de sempre.
Ela não respondeu com palavras, apenas me deu um empurrão leve em direção ao tronco, posicionando minhas mãos na casca áspera da árvore de Utu Mauti.
Senti a respiração dela perto da minha nuca; ela estava cumprindo a promessa, colada em mim como uma sombra protetora.
Comecei a subir.
Meus dedos de 14 anos tremiam, mas a presença da Neytiri logo atrás impedia que eu recuasse. Toda vez que eu hesitava e sentia o mundo girar, a mão dela vinha como um pilar de ferro contra as minhas costas ou meu calcanhar, me guiando para o próximo apoio.
— Não pare, Kael. Respire o cheiro da resina, não o cheiro do seu medo — sussurrou ela.
Chegamos ao primeiro galho grande, onde os cachos da fruta pendiam. Quando finalmente me sentei, abraçado ao tronco, ousei olhar para o lado. Sylwanin estava logo ali, colhendo as frutas enquanto as outras crianças já enchiam suas cestas.
— Viu? — Sylwanin sorriu, limpando o suor da testa. — A floresta te aceitou, filhote do céu.
— Ela me aceitou porque a irmã dela me usou como escudo humano — resmunguei, sentindo meu estômago finalmente se estabilizar.
Neytiri saltou para o meu lado no galho, sem fazer barulho, e me entregou uma faca de osso que ela carregava na cintura.
— Agora trabalhe. O Povo do Céu come, então o Povo do Céu colhe.
Engolido seco ao ver o chão lá em baixo.
Dou tapa no rosto no rosto. Vamos, kael, você não pode ficar assim vamos lá.
Levantado caminhou até o cacho tirando o faca de lâmina de ferro da roupa. Cortado alguns Utu Mauti voltou para o lugar ignorando os olhares na faca em minha mão.
— Usando atalhos? Filhote?
— Não. Usando os recursos disponíveis apesar de essa coisa ser dura. Como diabos abrimos isso? Batendo? — pergunto observando vendo o qual grosso era a casca.
Girando a faca paro a enfiando no galho.
Como vou quebrar isso? Espera? O que é aquilo? Deixado a fruta de lado a minha alegria acaba ao ver a fumaça. Por um momento, eu esqueci , a morte da Sylwanin está perto não posso fazer nada pra impedir?
Pegando a faca a guardo.
— Aqui. Obrigada, Neytiri aceita essa fruta como meu presente de agradecimento. A minha mãe sempre diz que devemos agradecer àqueles que nos ajudam.
Sem ouvir a sua resposta pulo no galho a baixo.
Desço a árvore sem perder tempo. Olhando para cima vendo eles me olhando confuso sem entender nada e supresso.
Correndo de volta pra escola não demoro muito pra chegar.
— E aí kael como foi? — perguntou a Grace.
Enquanto passo por ele indo pra cabana e deitado. Não querendo mais continuar ali se amigos de pessoas que sabiam que iriam morrer, e que não poderia fazer nada, pois não tinha poder ninguém ligar pra minha opinião.
Preciso continuar afastado de todos. Tenho que voltar pra casa só isso.
Ficado ali por segundos,minutos e horas.
— Certo — entrado, Grace e o Norm — Garoto, o certo , você pode explicar o que aconteceu? A Sylwanin e a Neytiri vieram atrás de você preocupadas. Sem entender o que aconteceu.
— Acontece que tô cansado de ficar aqui. De sabe qu... nada, só...preciso ficar sozinho.
— Por isso que sou contra criança. Garoto, sei que não quer ficar aqui e volta pra casa, mas temos um dever e não podemos virar as costa o que dez foi uma ofensa ao Ne'vi.
— O que fazemos aqui é pior que ofensa. — as palavras saíram da minha boca com amargura.
— O que você quer dizer com isso, kael? — pergunta ela ,a voz baixa . — Estamos aqui para ensinar, parar construir uma ponte. Pra evitar que os militares resolva tudo do jeito deles.
— Grace, ele tá estressado, ele é só um garoto...— intervindo o Norm tentou para o discurso dela.
— Esse garoto não sabe de nada. Tá zombando do que estamos fazendo aqui, os Ne'vi confiar em nós. Tem ideia do ele fez? A Sylwanin é sua irmã ficou um bom tempo querendo falar com ele e ele agiu como se elas não fossem nada.
—Você tá certa. Eu... não entendo... entendo por que diabos temos que agir dessa maneira, eles confia na gente e nós... deixar pra lá que direito tenho de dizer algo. — digo cansado.
A melhor forma que posso fazer é não fazer nada.
Me desconectado do avatar não querendo discussões. Antes que eles não querendo mais continuar esperado alguns minutos pra minha visão estabilizar. Abro a cabine encontrado o max com Tablet me olhando.
— Seus sinais vitais dispararam a alguns minutos o que aconteceu? Deitar precisamos verificar iss...
— Eu acabei discutindo com a Grace só isso. T-To bem é so a visão turva voltado e aquela sensação estranha, pois desconexão sabe como é.
— Discutindo? Você e a Grace discutiu? O que aconteceu?
— Nada.
Esperando meu corpo volta ao normal ignoro o max, me examinado, verificado se meu corpo tava tudo normal.
— Vamos deixar em observação isso não foi algo comum. Talvez precise fazer alguns exames por segurança.
— Deve ser a puberdade tô passando por isso duas vezes. Acho que preciso de um tempo, tô cansado, exausto mentalmente e ninguém precisa de mim de qualquer forma só tô servindo de assistente.
A Grace e Norm estão bem sem mim.
— Puberdade não causa picos de cortisol desse nível, Kael, sem fala de exaustão mental. você é o primeiro adolescente que escuto isso em todos esses anos. Vamos seguir o que surgiu, vou informar a Grace e trazer seu avatar, a sorte é que é um adolescente também ou a base iria encher o saco. — bagunçados meus cabelos ele diz
