— Dirija.— Jun-ho ordenou, jogando a chave do seu carro para um funcionário do Promisse.
O Homem se prontificou, enquanto o líder manteve Salin em seu colo no banco de trás.
— Jun-ho... — Salin se mexia inquieto, as mãos buscando por baixo da camisa de Jun-ho. — Não para... tá queimando...
O mais novo passou a mão no rosto dele, um carinho firme que tentava acalmar Salin.
— Espere um pouco, Salin. Em breve vai se sentir melhor, mas precisamos chegar em casa.
Salin virou o rosto, frustrado pela interrupção do estímulo. Ele agarrou o tecido da blusa do marido, a respiração quente contra o peito de Jun-ho.
— Eu preciso... — Salin gemia, a droga não permitindo silêncio.
Jun-ho o abraçou mais forte, contendo-o, sussurrando contra o ouvido dele para mantê-lo focado apenas na sua voz, apenas no seu cheiro.
(...)
O elevador da cobertura abriu.
A enfermeira já estava ali. Não perguntou nada. Luvas, seringa, frasco transparente com líquido azul.
